Amados Irmãos e Queridas Irmãs, eu tenho um assunto muito interessante que vai contribuir para o seu crescimento espiritual.
Irmãos, quando estava próximo de ser executado, o apóstolo Paulo escreveu o que muitos acreditam que tenha sido a sua ultima carta ainda existente. Ele a endereçou ao seu grande amigo Timóteo, líder de uma igreja situada onde hoje é a Turquia. "Toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus", escreveu Paulo, é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver" (2 Timóteo3.16).
No original Grego: (ophelimos), convencer os homens da verdade. Traduzido como proveitosa (v 16.1; 1Tm 4.8; Tt 3.8) e proveito (1Tm 4.8). Gr. (didaskalia) ensinar (1Tm 4.13). Gr. (elenchos) redarguir (Tm 16; Hb 11.1). Gr. (epanorthosis) restaurar as coisas ao seu uso e local corretos, corrigindo falsas teorias e práticas. Somente aqui. Gr. (paideia) Ef 6.4, significa aqui o ensino da humanidade na verdadeira justiça das Escrituras, aperfeiçoando o homem de Deus e o ungindo de poder para todas boas obras.
O apóstolo, que estava preso, se referia às Escrituras Judaicas, que nós cristãos chamamos hoje de Antigo Testamento. Ele nem imaginava que, um dia, os cristãos considerariam a sua carta particular como parte da Escritura Sagrada. E, provavelmente, Paulo não tenha sido uma exceção a esse respeito. Segundo historiadores do 1° Século, nenhum dos escritores bíblicos sabia que suas palavras se tornariam parte da Bíblia Sagrada.
Amados Irmãos, com o tempo, as pessoas de fé reconheceram a Palavra de Deus nessas leis, histórias, poesias, ditos de sabedoria, profecias, Evangelhos e cartas. Como as pessoas chegaram a esse conhecimento permanece um mistério. Sabemos que nem todos os judeus concordaram a respeito de quais escritos pertenciam à sua Bíblia e que os cristãos debateram sobre o que incluir no Novo Testamento. Somente no ano 300 d.C. É que a maioria dos líderes religiosos se posicionou a favor da coleção de escritos que formam a Bíblia atualmente. Mas ainda hoje há discordância a respeito. Os católicos romanos possuem um Antigo Testamento mais longo, que inclui vários livros e partes de livros encontrados na Septuaginta, a antiga tradução grega da Escritura em hebraico. As igrejas Orientais Ortodoxas adicionam alguns a mais.
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, o interessante de tudo isso é que: independente de qual coleção das Escrituras é estudada, há uma coerência impressionante entre esses livros, que foram escritos por inúmeros autores num período de mais de 1000 anos. O elemento unificador é DEUS, seu caráter e seu plano contínuo de salvação e a sua estratégia para alcançar as pessoas, livrá-las do pecado e do mal que ele causa. Mesmo o Antigo e Novo Testamentos, que foram compilados por diferente grupos teológicos de judeus e cristãos, se unificam na mesma história sobre quem é Deus e o que Ele esta fazendo em favor da humanidade.
Irmãos, por que a Bíblia é tão coerente quando o assunto é Deus? E como a Bíblia conseguiu sobreviver por tantos séculos?.
Para quem tem fé, a resposta está no próprio Deus. A Bíblia é a história dEle. Irmãos, agora sobremesa espiritual!: a Bíblia foi preservada em rolos de couro escondidos em cavernas durante 2000 anos. Ela venceu as chamas que foram acesas para silenciá-la e alimentou a paixão de cristãos que fizeram mais e mais cópias dela. Ela sobrevive às críticas dos céticos. Ela impulsiona missionários a levá-la a todos os confins da terra e faz com que tradutores coloquem por escrito línguas que até hoje eram apenas faladas, com o único propósito de permitir que todos possam ler a história de Deus por si mesmos.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
Pregando: Bíblia. Convites para Ministrar a Palavra de Deus: (019)- 91033798 ou 87047859/94278492.
terça-feira, 8 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Entendendo Melhor - Parábolas: Mais do que Histórias.
Amados Irmãos e Queridas Irmãs. O meu objetivo como Pastor é no seu crescimento espiritual.
Irmãos, é interessante observar que: embora Jesus tenha vivido em meio a um povo acostumado a contar histórias, Seu método de ensino era muito incomum. Suas histórias eram memoráveis, mas não transparentes. As pessoas as ouviam, mas não as entendiam necessariamente. Elas ficaram mais clara para nós por causa das cartas do apóstolo Paulo, porém poucos dentre aqueles que as ouviram pela primeira vez as entenderam. Em certa ocasião, os discípulos ficaram decepcionados e perguntaram: Mestre por que lhes falas (às pessoas) por parábolas? (Mt 13.10). Fica claro as dificuldades dos discípulos; eles também não entendiam as parábolas, assim como a multidão.
Amados, a resposta de Jesus aos discípulos revela muito sobre o objetivo de Seu ensinamento. Irmãos que nós construamos uma visão para melhor entendimento do método de ensino do Sr. Jesus Cristo de Nazaré; Ele citou Isaías 6.9,10 para mostrar que aqueles que procurassem ver com os olhos e ouvir com os ouvidos de fato não poderiam entender as verdades ditas por Ele. Para Isaías, a cegueira ou dureza do coração do homem (Mt 13.15) afetava diretamente seu entendimento e discernimento espiritual. Eu aprendo com este relato de Isaías, que as pessoas precisam quebrantar o coração, humilhar-se diante de Deus e buscar a verdade com sinceridade para que possa encontrá-la.
As histórias de Jesus eram como presentes embrulhados. O pacote com a históiria podia ser atrativo ou não. De todo modo, se o pacote não fosse aberto, ninguém saberia o que era o presente. Da mesma forma, se não procurarmos entender o ponto central das parábolas - sua verdade e aplicação - Eu aprendo que: suas lições continuarão oculta para nós, No entanto, quando as descobrimos, vemos que essas lições são muito valiosas. O resultado é; que temos o testemunho de milhões de vidas transformadas por mais de dois mil anos.
Irmãos, quando desembrulhadas, as histórias de Jesus trazem inúmeras aplicações poderosas. A mesma parábola pode afetar as pessoas de várias maneiras. Por exemplo, a parábola do semeador (Mt 13. 1-23) pode ser "ouvida" de maneira diferente por quatro pessoas, dependendo do tipo de solo com que elas mais se identificam. A parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32) toca o coração de um pai de uma forma muito diferente daquela em que um filho rebelde ou um irmão ciumento a recebem.
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, agora a cereja do bolo: quando Jesus ensinou em Jerusalém, na Sua última semana de vida, o foco de Suas parábolas era a aceitação ou a rejeição. Dessa vez, até os saduceus e fariseus entenderam que falavam deles (Mt 21.45). Eles ficaram irados com as parábolas e desprezaram tanto Jesus como Sua mensagem. Não estavam dispostos a deixar de lado seu orgulho, aprender aos pés de Jesus e buscar o perdão de que precisavam desesperadamente. Por terem agido assim, encaixaram-se perfeitamente na descrição que Isaías fez das pessoas de coração endurecido, com os ouvidos e olhos fechados. Irmãos, os líderes religiosos que deveriam levar o povo à verdade eram os que mais estavam cegos.
Eu tenho certeza que você leitor deste blog; cresceu espiritualmente, com esta mensagem!.
Pr. Fernando.
Irmãos, é interessante observar que: embora Jesus tenha vivido em meio a um povo acostumado a contar histórias, Seu método de ensino era muito incomum. Suas histórias eram memoráveis, mas não transparentes. As pessoas as ouviam, mas não as entendiam necessariamente. Elas ficaram mais clara para nós por causa das cartas do apóstolo Paulo, porém poucos dentre aqueles que as ouviram pela primeira vez as entenderam. Em certa ocasião, os discípulos ficaram decepcionados e perguntaram: Mestre por que lhes falas (às pessoas) por parábolas? (Mt 13.10). Fica claro as dificuldades dos discípulos; eles também não entendiam as parábolas, assim como a multidão.
Amados, a resposta de Jesus aos discípulos revela muito sobre o objetivo de Seu ensinamento. Irmãos que nós construamos uma visão para melhor entendimento do método de ensino do Sr. Jesus Cristo de Nazaré; Ele citou Isaías 6.9,10 para mostrar que aqueles que procurassem ver com os olhos e ouvir com os ouvidos de fato não poderiam entender as verdades ditas por Ele. Para Isaías, a cegueira ou dureza do coração do homem (Mt 13.15) afetava diretamente seu entendimento e discernimento espiritual. Eu aprendo com este relato de Isaías, que as pessoas precisam quebrantar o coração, humilhar-se diante de Deus e buscar a verdade com sinceridade para que possa encontrá-la.
As histórias de Jesus eram como presentes embrulhados. O pacote com a históiria podia ser atrativo ou não. De todo modo, se o pacote não fosse aberto, ninguém saberia o que era o presente. Da mesma forma, se não procurarmos entender o ponto central das parábolas - sua verdade e aplicação - Eu aprendo que: suas lições continuarão oculta para nós, No entanto, quando as descobrimos, vemos que essas lições são muito valiosas. O resultado é; que temos o testemunho de milhões de vidas transformadas por mais de dois mil anos.
Irmãos, quando desembrulhadas, as histórias de Jesus trazem inúmeras aplicações poderosas. A mesma parábola pode afetar as pessoas de várias maneiras. Por exemplo, a parábola do semeador (Mt 13. 1-23) pode ser "ouvida" de maneira diferente por quatro pessoas, dependendo do tipo de solo com que elas mais se identificam. A parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32) toca o coração de um pai de uma forma muito diferente daquela em que um filho rebelde ou um irmão ciumento a recebem.
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, agora a cereja do bolo: quando Jesus ensinou em Jerusalém, na Sua última semana de vida, o foco de Suas parábolas era a aceitação ou a rejeição. Dessa vez, até os saduceus e fariseus entenderam que falavam deles (Mt 21.45). Eles ficaram irados com as parábolas e desprezaram tanto Jesus como Sua mensagem. Não estavam dispostos a deixar de lado seu orgulho, aprender aos pés de Jesus e buscar o perdão de que precisavam desesperadamente. Por terem agido assim, encaixaram-se perfeitamente na descrição que Isaías fez das pessoas de coração endurecido, com os ouvidos e olhos fechados. Irmãos, os líderes religiosos que deveriam levar o povo à verdade eram os que mais estavam cegos.
Eu tenho certeza que você leitor deste blog; cresceu espiritualmente, com esta mensagem!.
Pr. Fernando.
quarta-feira, 2 de março de 2011
CONCUPISCÊNCIA - Rejeitando o domínio do pecado; permitindo que DEUS reine no corpo (Romanos 6.12-14).
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, eu quero compartilhar esta palavra de Deus, com a sua vida!.
Concupiscência, esta palavra no original; vem do Grego (epithumia) denota "desejo forte" de qualquer tipo, os diversos tipos sendo frequentemente especificados por algum adjetivo. A palavra é usada em referência a um desejo bom somente em (Lc 22.15; Fp 1.23 e Ts 2.17). Em todos os outros lugares, tem um sentido ruim. Em (Rm 6.12), a injunção contra deixar que o reinado do pecado em nosso corpo mortal obedeça à "concupiscência", refere-se aos maus desejos que estão prontos para se expressar em atividades físicas. São igualmente as "concupiscências" da carne (Rm 13.14; Gl 5.16,24; Ef 2.3; 2Pe 2.18; 1Jo 2.16), expressão que descreve as emoções da alma, a tendência natural para as coisas más. Tais "concupiscências" não são necessariamente vis e imorais, elas podem ser refinadas adequadamente, mas serão más se forem inconsistentes com a vontade de Deus.
Amados, aparentemente o Apóstolo Paulo havia terminado seu trabalho no Oriente e planejava visitar Roma em seu caminho para Espanha, depois de trazer a oferta aos cristãos pobres de Jerusalém (Rm 15.22-28). A igreja romana era na sua maioria judia, mas também havia muitos gentios.
Nesta carta o apóstolo explica como Deus lidou com a humanidade pecadora. Ele mesmo (DEUS) sofreu na cruz o castigo que Ele mesmo definiu: o salário do pecado é a morte. E é essa a mensagem que o apóstolo passou para igreja de Roma e quer passar para sua vida!.
Irmãos, observando o texto da mensagem; aqui o pecado é ilustrado como um rei ou tirano que domina as emoções, as faculdades da mente e do espírito e os membros do corpo de um homem, controlando toda a sua vida. E Paulo, prega para que os romanos e nós não permitamos que o pecado aja ou reine no corpo mortal; o apelo do apóstolo é, não dê a ele lugar ou espaço para agir em seu ser. Amados, eu aprendo que: o pecado não domina ou destrói; (ele domina e destrói). Onde o pecado estiver reinando, ele terá domínio.
O apóstolo diz, que obedecer ao pecado em suas concupiscências; é mais uma prova que o pecado é uma pessoa espiritual real que domina a vida. Irmãos, analisando os argumentos do apóstolo, o pecado em si não tem concupiscências além das concupiscências do homem. Na verdade, as concupiscências do pecado são as concupiscências de Satanás (Rm 6.12; Jo 8.44; Ef 2.2,3; 1Jo 2.17; 3.8). Observando as concupiscências do homem são os seus próprios poderes criativos depravados e corrompidos (Tg 1.14; 4.1,3; 2Tm 4.3; 1Pe 4.2). No contexto Bíblico, eles compõem a natureza adâmica básica. Mas Amados Irmãos e Queridas Irmãs, é interessante ressaltar que: as mesmas faculdades que se entregam ao pecado pode igualmente se render a Deus e praticar atos puros e santos.
Irmãos, outro assunto que aparece no cenário deste texto é a tentação; o apóstolo afirma em sua epístola que, não é pecado ser tentado (Tg 1.13-15). E mas, (enquanto o pecado existe como apelo satânico é pecado e concupiscência de Satanás, e não nosso). Quando cedemos, fazemos do pecado do diabo o nosso próprio pecado; é importante que nós entendamos a linha de raciocínio da revelação do apóstolo para as nossas vidas. Quem é tentado deve obedecer a (Tiago 4.7; 1Pe 5.8,9; Ef 4.27) que é a revelação maior, que diz assim, quando o homem rejeita o pecado, não importando quão forte seja a tentação, este não se concretiza (1Jo 3,4; Tg 1.13-15).
Meus Queridos Irmãos, entregue a Deus o seu desejo. Satanás não pode força-lo, e Deus não o fará. Eu aprendo meus Amados, que a coisa normal e segura a fazer é desejar a vontade de Deus ( Rm 12.2).
Irmãos, o desejo de Deus é que: você obedeça a vontade Dele; e obedecendo a vontade de Deus, Ele será a sua fortaleza contra os acometimentos de Satanás do pecado e suas concupiscências.
Eu tenho certeza que Deus falou com a sua vida; agora é momento de agir!.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
Concupiscência, esta palavra no original; vem do Grego (epithumia) denota "desejo forte" de qualquer tipo, os diversos tipos sendo frequentemente especificados por algum adjetivo. A palavra é usada em referência a um desejo bom somente em (Lc 22.15; Fp 1.23 e Ts 2.17). Em todos os outros lugares, tem um sentido ruim. Em (Rm 6.12), a injunção contra deixar que o reinado do pecado em nosso corpo mortal obedeça à "concupiscência", refere-se aos maus desejos que estão prontos para se expressar em atividades físicas. São igualmente as "concupiscências" da carne (Rm 13.14; Gl 5.16,24; Ef 2.3; 2Pe 2.18; 1Jo 2.16), expressão que descreve as emoções da alma, a tendência natural para as coisas más. Tais "concupiscências" não são necessariamente vis e imorais, elas podem ser refinadas adequadamente, mas serão más se forem inconsistentes com a vontade de Deus.
Amados, aparentemente o Apóstolo Paulo havia terminado seu trabalho no Oriente e planejava visitar Roma em seu caminho para Espanha, depois de trazer a oferta aos cristãos pobres de Jerusalém (Rm 15.22-28). A igreja romana era na sua maioria judia, mas também havia muitos gentios.
Nesta carta o apóstolo explica como Deus lidou com a humanidade pecadora. Ele mesmo (DEUS) sofreu na cruz o castigo que Ele mesmo definiu: o salário do pecado é a morte. E é essa a mensagem que o apóstolo passou para igreja de Roma e quer passar para sua vida!.
Irmãos, observando o texto da mensagem; aqui o pecado é ilustrado como um rei ou tirano que domina as emoções, as faculdades da mente e do espírito e os membros do corpo de um homem, controlando toda a sua vida. E Paulo, prega para que os romanos e nós não permitamos que o pecado aja ou reine no corpo mortal; o apelo do apóstolo é, não dê a ele lugar ou espaço para agir em seu ser. Amados, eu aprendo que: o pecado não domina ou destrói; (ele domina e destrói). Onde o pecado estiver reinando, ele terá domínio.
O apóstolo diz, que obedecer ao pecado em suas concupiscências; é mais uma prova que o pecado é uma pessoa espiritual real que domina a vida. Irmãos, analisando os argumentos do apóstolo, o pecado em si não tem concupiscências além das concupiscências do homem. Na verdade, as concupiscências do pecado são as concupiscências de Satanás (Rm 6.12; Jo 8.44; Ef 2.2,3; 1Jo 2.17; 3.8). Observando as concupiscências do homem são os seus próprios poderes criativos depravados e corrompidos (Tg 1.14; 4.1,3; 2Tm 4.3; 1Pe 4.2). No contexto Bíblico, eles compõem a natureza adâmica básica. Mas Amados Irmãos e Queridas Irmãs, é interessante ressaltar que: as mesmas faculdades que se entregam ao pecado pode igualmente se render a Deus e praticar atos puros e santos.
Irmãos, outro assunto que aparece no cenário deste texto é a tentação; o apóstolo afirma em sua epístola que, não é pecado ser tentado (Tg 1.13-15). E mas, (enquanto o pecado existe como apelo satânico é pecado e concupiscência de Satanás, e não nosso). Quando cedemos, fazemos do pecado do diabo o nosso próprio pecado; é importante que nós entendamos a linha de raciocínio da revelação do apóstolo para as nossas vidas. Quem é tentado deve obedecer a (Tiago 4.7; 1Pe 5.8,9; Ef 4.27) que é a revelação maior, que diz assim, quando o homem rejeita o pecado, não importando quão forte seja a tentação, este não se concretiza (1Jo 3,4; Tg 1.13-15).
Meus Queridos Irmãos, entregue a Deus o seu desejo. Satanás não pode força-lo, e Deus não o fará. Eu aprendo meus Amados, que a coisa normal e segura a fazer é desejar a vontade de Deus ( Rm 12.2).
Irmãos, o desejo de Deus é que: você obedeça a vontade Dele; e obedecendo a vontade de Deus, Ele será a sua fortaleza contra os acometimentos de Satanás do pecado e suas concupiscências.
Eu tenho certeza que Deus falou com a sua vida; agora é momento de agir!.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
terça-feira, 1 de março de 2011
(A BÍBLIA DIZ) - É uma ferramenta para responder as perguntas enviadas por e-mail.
Eu Pastor Fernando, tenho respondido algumas perguntas enviadas por e-mail, concernente a Bíblia; após a resposta tenho conversado com os Irmãos, para estar colocando no blog e eles tem permitido!. Estarei colocando algumas das respostas que tem chegado. Você também pode enviar a suas dúvidas ou perguntas por e-mail.
A pergunta é do Irmão maurício de Carapicuíba-SP, pediu para não falar a denominação, pois ele falou por e-mail. Estarei respeitando.
Pergunta: Pastor Fernando. Estou atualmente envolvido em tantas atividades na escola, no trabalho e família, que não tenho dedicado tempo a Deus. Como posso evitar ocupar-me tanto e ter mais tempo para estar com Deus.
Resposta: Prezado irmão Maurício, Deus sabe que você vive em um mundo atribulado, mas estar ocupado não é desculpa para não buscar a face dEle. As pressões e exigências aumentarão à medida que você crescer, então deve decidir agora a fazer o que é importante, tornando o seu relacionamento com Deus importante.
Amado Irmão, estar atarefado é um hábito difícil de ser mudado. As pessoas tendem a pensar que Deus as quer apressadas, trabalhando em sucessivas atividades. Mas estar excessivamente ocupado, pode não ser saudável. Pode acabar afastando-nos de Deus e de nosso alimento espiritual. Uma vez que tudo que nós buscamos (profissional, acadêmico ou familiar), vai depender de nossa vida com Deus!. Então não podemos inverter os papeis de (Mt 6.33), primeiro o Reino de Deus e sua justiça e depois; (as atividades apresentadas: trabalho,escola e família). Daniel compreendeu isto. Ele arriscou sua vida para ter tempo para Deus! (Dn 6.10-15).
Irmão Maurício, aprenda esta lição desde o início de sua vida cristã: a alegria que se pode ter por estar junto a Cristo é muito maior do que qualquer benefício que alguém possa alcançar através do excesso de ocupações.
Ouça este apelo de Jesus: "Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará, porque a este o Pai, Deus, o selou" (Jo 6.27).
Irmão Maurício e Você que esta lendo este blog; saiba que o sucesso daquilo que você esta fazendo vai depender de Deus e não da sua limitada capacidade.
Que nós tenhamos a consciência do que é prioridade (Mt 6.33)!.
Pr. Fernando.
A pergunta é do Irmão maurício de Carapicuíba-SP, pediu para não falar a denominação, pois ele falou por e-mail. Estarei respeitando.
Pergunta: Pastor Fernando. Estou atualmente envolvido em tantas atividades na escola, no trabalho e família, que não tenho dedicado tempo a Deus. Como posso evitar ocupar-me tanto e ter mais tempo para estar com Deus.
Resposta: Prezado irmão Maurício, Deus sabe que você vive em um mundo atribulado, mas estar ocupado não é desculpa para não buscar a face dEle. As pressões e exigências aumentarão à medida que você crescer, então deve decidir agora a fazer o que é importante, tornando o seu relacionamento com Deus importante.
Amado Irmão, estar atarefado é um hábito difícil de ser mudado. As pessoas tendem a pensar que Deus as quer apressadas, trabalhando em sucessivas atividades. Mas estar excessivamente ocupado, pode não ser saudável. Pode acabar afastando-nos de Deus e de nosso alimento espiritual. Uma vez que tudo que nós buscamos (profissional, acadêmico ou familiar), vai depender de nossa vida com Deus!. Então não podemos inverter os papeis de (Mt 6.33), primeiro o Reino de Deus e sua justiça e depois; (as atividades apresentadas: trabalho,escola e família). Daniel compreendeu isto. Ele arriscou sua vida para ter tempo para Deus! (Dn 6.10-15).
Irmão Maurício, aprenda esta lição desde o início de sua vida cristã: a alegria que se pode ter por estar junto a Cristo é muito maior do que qualquer benefício que alguém possa alcançar através do excesso de ocupações.
Ouça este apelo de Jesus: "Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará, porque a este o Pai, Deus, o selou" (Jo 6.27).
Irmão Maurício e Você que esta lendo este blog; saiba que o sucesso daquilo que você esta fazendo vai depender de Deus e não da sua limitada capacidade.
Que nós tenhamos a consciência do que é prioridade (Mt 6.33)!.
Pr. Fernando.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Entendendo Melhor - ( DIVÓRCIO)
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, Todos nós sabemos quantos casos de divórcio tem havido em nossa sociedade atual.
Há algum tempo, esse tipo de separação era considerado um estigma social, uma "carta de apresentação indesejável". Hoje, raramente reagimos com espanto à notícia de que um casal desistiu de lutar em defesa de seu casamento. Mas,"Meus Amados Irmãos", antes de discutirmos o divórcio, consideremos algumas verdades básicas acerca do casamento na Bíblia:
1) O matrimônio é uma idéia de Deus. No início da história da humanidade, Deus declarou: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele" (Gn 2.18). Deus fez Adão e Eva para serem marido e mulher; (fez um homem para uma mulher; estabelecendo os parâmetros para a união do casal). Jesus "carimbou" com o seu selo de aprovação ao realizar o seu primeiro milagre em um casamento (Jo 2).
2) O matrimônio é uma instituição de Deus; é um "Território Sagrado". Irmãos preste muita atenção, ninguém deve entrar ou sair dele (Casamento) de forma leviana. O divórcio, entretanto, é uma invenção humana. Quando questionado sobre porque Moisés permitiu a carta de divórcio, Jesus respondeu: "Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim"(Mt 19.8). Alguns acham que Deus aprova a separação conjugal. Não é Verdade. O Senhor permitiu que apenas aqueles que fossem vítima da traição do cônjuge lhe dessem a carta de divórcio, por causa do perigo da prostituição (Mt 19 e 1Co 7). O divórcio nunca foi a primeira e nem é a melhor opção para o casal que tem problemas de convivência.
Todos somos passíveis de errar; Deus sabe que falhamos e ainda estamos longe de parecer-nos totalmente com Jesus (Rm 3.23). Irmãos, a natureza caída do ser humano deve ser subjugada pelo Espírito, a fim de que a vida e os relacionamentos da pessoa não seja prejudicados. Alguns casamentos se tornam destrutivos devido à imoralidade sexual, ao abandono, ao abuso e/ou traição, o adversário tem usado essas armas para destruir os casamentos. Mesmo assim, a separação é sempre dolorosa, destrutiva e prejudicial. É por isso que, em Malaquias 2.16, esta registrado o quanto Deus odeia o divórcio. Mesmo em situações em que é permitido, o divórcio é terrivelmente danoso para o ser que foi criado à imagem e semelhança de Deus.
Portanto, Meus Irmãos, se tudo isto faz com que você fique um tanto hesitante sobre o casamento, saiba que, em parte, é bom. Não porque você deva temer a ponto de não querer casar, mas porque não deve apressar-se ou precipitar-se, a fim de que se case no momento certo e com a pessoa aprovada por Deus.
Irmãos, em 1519, os conquistadores espanhóis, liderados por Hernán Cortés, aportaram no México. Seu exército, formado por 500 homens e 16 cavalos, não parecia ser suficiente para enfrentar os milhares de guerreiros astecas que estavam entre Hernán e seus soldados e alcançar o objetivo que tinham de conquistar o Império Astecas. Ao chegarem em terra, Cortés ordenou que alguns soldados fizessem algo que pareciam muito estúpido: queimassem dez dos onze navios em que navegaram. Ao fazer isto, os espanhóis entenderam a mensagem: Vencer ou Morrer. Não havia como retroceder.
Amados, quando um homem e uma mulher dizem "sim" no altar de Deus, estão na verdade queimando os seus "navios" de fuga. Os dois se tornaram um, e a única forma de fazer este relacionamento dar certo é o casal ser temente e obediente a Deus. Se um dos dois estiver constantemente procurando em outra fonte, o relacionamento estará em sérios apuros. Normalmente, o divórcio é uma fuga que não leva a lugar algum, por isso nunca foi e continua não sendo A Vontade de Deus para os seus filhos.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
Há algum tempo, esse tipo de separação era considerado um estigma social, uma "carta de apresentação indesejável". Hoje, raramente reagimos com espanto à notícia de que um casal desistiu de lutar em defesa de seu casamento. Mas,"Meus Amados Irmãos", antes de discutirmos o divórcio, consideremos algumas verdades básicas acerca do casamento na Bíblia:
1) O matrimônio é uma idéia de Deus. No início da história da humanidade, Deus declarou: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele" (Gn 2.18). Deus fez Adão e Eva para serem marido e mulher; (fez um homem para uma mulher; estabelecendo os parâmetros para a união do casal). Jesus "carimbou" com o seu selo de aprovação ao realizar o seu primeiro milagre em um casamento (Jo 2).
2) O matrimônio é uma instituição de Deus; é um "Território Sagrado". Irmãos preste muita atenção, ninguém deve entrar ou sair dele (Casamento) de forma leviana. O divórcio, entretanto, é uma invenção humana. Quando questionado sobre porque Moisés permitiu a carta de divórcio, Jesus respondeu: "Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim"(Mt 19.8). Alguns acham que Deus aprova a separação conjugal. Não é Verdade. O Senhor permitiu que apenas aqueles que fossem vítima da traição do cônjuge lhe dessem a carta de divórcio, por causa do perigo da prostituição (Mt 19 e 1Co 7). O divórcio nunca foi a primeira e nem é a melhor opção para o casal que tem problemas de convivência.
Todos somos passíveis de errar; Deus sabe que falhamos e ainda estamos longe de parecer-nos totalmente com Jesus (Rm 3.23). Irmãos, a natureza caída do ser humano deve ser subjugada pelo Espírito, a fim de que a vida e os relacionamentos da pessoa não seja prejudicados. Alguns casamentos se tornam destrutivos devido à imoralidade sexual, ao abandono, ao abuso e/ou traição, o adversário tem usado essas armas para destruir os casamentos. Mesmo assim, a separação é sempre dolorosa, destrutiva e prejudicial. É por isso que, em Malaquias 2.16, esta registrado o quanto Deus odeia o divórcio. Mesmo em situações em que é permitido, o divórcio é terrivelmente danoso para o ser que foi criado à imagem e semelhança de Deus.
Portanto, Meus Irmãos, se tudo isto faz com que você fique um tanto hesitante sobre o casamento, saiba que, em parte, é bom. Não porque você deva temer a ponto de não querer casar, mas porque não deve apressar-se ou precipitar-se, a fim de que se case no momento certo e com a pessoa aprovada por Deus.
Irmãos, em 1519, os conquistadores espanhóis, liderados por Hernán Cortés, aportaram no México. Seu exército, formado por 500 homens e 16 cavalos, não parecia ser suficiente para enfrentar os milhares de guerreiros astecas que estavam entre Hernán e seus soldados e alcançar o objetivo que tinham de conquistar o Império Astecas. Ao chegarem em terra, Cortés ordenou que alguns soldados fizessem algo que pareciam muito estúpido: queimassem dez dos onze navios em que navegaram. Ao fazer isto, os espanhóis entenderam a mensagem: Vencer ou Morrer. Não havia como retroceder.
Amados, quando um homem e uma mulher dizem "sim" no altar de Deus, estão na verdade queimando os seus "navios" de fuga. Os dois se tornaram um, e a única forma de fazer este relacionamento dar certo é o casal ser temente e obediente a Deus. Se um dos dois estiver constantemente procurando em outra fonte, o relacionamento estará em sérios apuros. Normalmente, o divórcio é uma fuga que não leva a lugar algum, por isso nunca foi e continua não sendo A Vontade de Deus para os seus filhos.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
O Pecado é uma escolha
Amados Irmãos, O que a natureza humana tem que a faz sujeita à tentação e vulneravél ao Pecado?
Irmãos, Adão e Eva foram criados sem pecado e sem a necessidade de pecar. No entanto, algumas características permitiram que o pecado entrasse em suas vidas(Gn 3.6,7).
Quais foram essas características?
As Escrituras nos oferecem duas respostas:
1) No caso de Eva, a escolha de acreditar em uma mentira foi a porta de entrada do pecado em sua vida (Gn 3.13; 2Co 11.3; 1Tm 2.14).
2) Adão por sua vez, optou por ignorar a ordem de Deus (Gn 3.17).
Essas duas escolhas - enganar a si mesmo e fazer a vontade própria prevalecer - são dois lados de uma mesma moeda. Eu entendo que, ambos atuam como complicadores da realidade, permitindo que o pecado até hoje continue a criar raízes e a gerar seu fruto mortal em nós, até o momento em que Cristo entre em nossa vida e destrua os vínculos com o mal, dando-nos poderes para resistir a ele.
A tentação é o apelo que o pecado faz aos nossos desejos e às nossas necessidades básicas quando precisam ser satisfeitos, usando para isso meios impróprios e perversos. Isso também pode ser definido como engano a si próprio, porque desta forma criamos maneiras de justificar-nos diante da ilusão de satisfação, mesmo sabendo intimamente que atitude errada será tomada e gerará dor e morte, em vez de prazer e vida para nossa alma.
Por esta razão Meus Irmãos que, as Escrituras frequentemente falam que este tipo de cegueira é exercido como um ato de vontade própria, com o qual optamos pela rebeldia e ilusão.
Mas Meus Queridos Irmãos, quando Jesus Cristo entra em nossa vida, Ele regenera nosso coração e liberta-nos, para fazermos a escolha correta e verdadeira (1Co 6.9-11; Tg 1.26,27; 1Jo 3.7-9).
Deus tem libertação para sua vida!.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
Irmãos, Adão e Eva foram criados sem pecado e sem a necessidade de pecar. No entanto, algumas características permitiram que o pecado entrasse em suas vidas(Gn 3.6,7).
Quais foram essas características?
As Escrituras nos oferecem duas respostas:
1) No caso de Eva, a escolha de acreditar em uma mentira foi a porta de entrada do pecado em sua vida (Gn 3.13; 2Co 11.3; 1Tm 2.14).
2) Adão por sua vez, optou por ignorar a ordem de Deus (Gn 3.17).
Essas duas escolhas - enganar a si mesmo e fazer a vontade própria prevalecer - são dois lados de uma mesma moeda. Eu entendo que, ambos atuam como complicadores da realidade, permitindo que o pecado até hoje continue a criar raízes e a gerar seu fruto mortal em nós, até o momento em que Cristo entre em nossa vida e destrua os vínculos com o mal, dando-nos poderes para resistir a ele.
A tentação é o apelo que o pecado faz aos nossos desejos e às nossas necessidades básicas quando precisam ser satisfeitos, usando para isso meios impróprios e perversos. Isso também pode ser definido como engano a si próprio, porque desta forma criamos maneiras de justificar-nos diante da ilusão de satisfação, mesmo sabendo intimamente que atitude errada será tomada e gerará dor e morte, em vez de prazer e vida para nossa alma.
Por esta razão Meus Irmãos que, as Escrituras frequentemente falam que este tipo de cegueira é exercido como um ato de vontade própria, com o qual optamos pela rebeldia e ilusão.
Mas Meus Queridos Irmãos, quando Jesus Cristo entra em nossa vida, Ele regenera nosso coração e liberta-nos, para fazermos a escolha correta e verdadeira (1Co 6.9-11; Tg 1.26,27; 1Jo 3.7-9).
Deus tem libertação para sua vida!.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Prioridades: Se Eu me esquecer do que é fundamental, ficarei escravizado pelo que é imediato (Ag 1.3-9).
Amados Irmãos, aplicando a exegese; a palavra no Grego para prioridade é (prõtos), o grau superlativo de pro, "antes de", é usado cerca de: (I) "tempo ou lugar ":
(a) como substantivos (por exemplo, Lc 14.18; Ap 1.17); oposto a "os últimos", no plural neutro, o oposto a "o segundo" (Hb 10.9); em 1Co 15.3, a expressão prõtois, literalmente, "nas primeiras (coisas ou assuntos)" denota " em primeiro lugar";
(b) como adjetivo (por exemplo, Mc 16.9), usado com a palavra "dia" subentendida, literalmente, "o primeiro (dia) do (ou seja, depois do) sábado", em cuja expressão o "de" é objetivo, não incluindo o sábado, mas seguindo-o; em Jo 20.4,8; Rm 10.19, por exemplo, equivalente a um advérbio; em Jo1.15, literalmente, "primeiro do que eu", ou seja, "antes de mim" (de superioridade).
Meus Irmãos, Liderança significa perder seu direito ao egoísmo. Os construtores dos dias de Ageu deixaram seu propósito original de construir o templo e, ao invés disso, construíram suas próprias casas e negócios. Foi necessário um lider como Ageu para chamá-los de volta ao seu propósito. Irmãos, este texto faz um resumo do que aconteceu quando abandonaram sua maior prioridade:
1) Falharam em considerar como suas ações contradiziam sua fé
2) Trabalharam arduamente, mas viram poucos resultados
3) Gastaram muito, mas receberam pouco em troca
4) Sentiram insatisfeitos com sua produção
Irmãos, eu aprendo que: quando os líderes e o povo falham em manterem as prioridades corretas, o desapontamento sempre será o resultado.
Irmãos, como Pastor e Exegeta eu quero ensinar um princípio para sua vida, é o princípio 80/20: (Com as prioridades corretas, 20% de seus esforços renderão 80% dos resultados desejados. Mas, com as prioridades erradas, 80% de seus esforços renderão 20% dos resultados desejados.
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, Não se trata de trabalhar mais arduamente, mas com mais sabedoria.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
(a) como substantivos (por exemplo, Lc 14.18; Ap 1.17); oposto a "os últimos", no plural neutro, o oposto a "o segundo" (Hb 10.9); em 1Co 15.3, a expressão prõtois, literalmente, "nas primeiras (coisas ou assuntos)" denota " em primeiro lugar";
(b) como adjetivo (por exemplo, Mc 16.9), usado com a palavra "dia" subentendida, literalmente, "o primeiro (dia) do (ou seja, depois do) sábado", em cuja expressão o "de" é objetivo, não incluindo o sábado, mas seguindo-o; em Jo 20.4,8; Rm 10.19, por exemplo, equivalente a um advérbio; em Jo1.15, literalmente, "primeiro do que eu", ou seja, "antes de mim" (de superioridade).
Meus Irmãos, Liderança significa perder seu direito ao egoísmo. Os construtores dos dias de Ageu deixaram seu propósito original de construir o templo e, ao invés disso, construíram suas próprias casas e negócios. Foi necessário um lider como Ageu para chamá-los de volta ao seu propósito. Irmãos, este texto faz um resumo do que aconteceu quando abandonaram sua maior prioridade:
1) Falharam em considerar como suas ações contradiziam sua fé
2) Trabalharam arduamente, mas viram poucos resultados
3) Gastaram muito, mas receberam pouco em troca
4) Sentiram insatisfeitos com sua produção
Irmãos, eu aprendo que: quando os líderes e o povo falham em manterem as prioridades corretas, o desapontamento sempre será o resultado.
Irmãos, como Pastor e Exegeta eu quero ensinar um princípio para sua vida, é o princípio 80/20: (Com as prioridades corretas, 20% de seus esforços renderão 80% dos resultados desejados. Mas, com as prioridades erradas, 80% de seus esforços renderão 20% dos resultados desejados.
Amados Irmãos e Queridas Irmãs, Não se trata de trabalhar mais arduamente, mas com mais sabedoria.
Pr. Fernando
Bacharel em Teologia e Exegeta.
Assinar:
Postagens (Atom)